CAMPANHA “COMPRE DO CEARÁ” FOI VEICULADA NO DIA 25 DE JUNHO

Resultado da união do setor produtivo do Ceará, a campanha tem o objetivo de incentivar a valorização do produto local nesse momento de retorno gradativo das atividades econômicas no Estado.

Depois de cerca de 3 meses com apenas atividades essenciais em funcionamento no Ceará, é chegada a hora da retomada gradual da Indústria, dos Serviços e do Comércio. E para fazer a economia cearense se recuperar, neste momento, é necessário ressaltar a importância de se valorizar toda a cadeia produtiva do Ceará.

Sabendo disso, FIEC, FECOMÉRCIO, SEBRAE, FETRANS e FAEC se uniram para lançar a campanha “Compre do Ceará”. A campanha vai incentivar os consumidores a priorizarem o consumo de bens e serviços oriundos de nossa terra, para que nossa economia possa ganhar fôlego extra nessa retomada. A ideia, portanto, é sensibilizar a população sobre o seu papel na recuperação da economia local, destacando a importância de se valorizar toda a cadeia produtiva do Estado.

A primeira etapa desta ação contará com a apresentação de vídeos institucionais, voltados para destacar o potencial da cadeia produtiva cearense.

Já a segunda fase da Campanha, objetiva alcançar o cliente final. Etapa destinada a sensibilizar o consumidor para um entendimento popular das razões que se deve optar por comprar do Ceará. Com uma linguagem apropriada ao universo do humor cearense, a campanha visa atrair o consumidor, a partir de hábitos, expressões e comportamentos que fazem parte da vida das pessoas, como forma de gerar empatia.

De modo geral, o segundo momento da campanha seguirá na perspectiva de apresentar, incentivar e, principalmente, valorizar toda a cadeia produtiva do Ceará, já que os setores da indústria, do agronegócio, do transporte e do comércio estão interligados e dependem uns dos outros, principalmente no momento da retomada pós-pandemia, quando o consumo local se torna fundamental, uma vez que isso interfere diretamente na manutenção dos negócios locais e, consequentemente, dos empregos. De forma simples e acessível, com um toque também de humor, o material de divulgação apresentará os benefícios para toda a sociedade de como a economia gira no Estado, de uma ponta a outra.

No período de pandemia, as Federações acima citadas permaneceram trabalhando e em constante diálogo com o Governo para minimizar os impactos nas áreas as quais representam o melhor servir ao povo cearense.

 

Confira algumas ações:

 

SISTEMA FIEC

Presidida por Ricardo Cavalcante, a FIEC, por meio de suas Casas, SESI, SENAI e IEL, vem atuando em várias frentes durante a pandemia. Junto a outras Instituições, o Senai Ceará realiza o conserto de respiradores mecânicos que depois são encaminhados para hospitais e participa da equipe que realiza testes com o “Elmo”, protótipo de capacete de respiração assistida, que tem apresentado ótimos resultados. Além disso, também atua na produção de álcool em gel, protetores faciais e máscaras e aventais TNT. E desenvolveu, ainda, uma Câmara de Desinfecção, para ajudar no combate ao novo Coronavírus.

 

A FIEC, em parceria com o IEL Ceará e os sindicatos também lançou a campanha Ação Solidária, que arrecadou e já distribuiu cerca de 25 toneladas de alimentos para instituições de Fortaleza e do interior.

O Sesi Ceará, com ampla expertise em saúde do trabalho, está atuando junto às empresas, na implementação de protocolos que possam garantir o funcionamento da  indústria, sem que haja risco para os colaboradores.  Além disso, também oferece para as empresas o serviço de testagem para trabalhadores e atua na distribuição de máscaras e na elaboração de cartilhas, além de ter lançado um e-book gratuito sobre boas práticas para o retorno às atividades pós distanciamento social. Veja AQUI.

A FIEC também lançou uma Central  Telefônica para tirar dúvidas de industriais e gestores sobre a retomada gradual das atividades no Ceará. Os contatos são: (85) 4009-6300 e (85) 99144-0878 (whatsapp).

Por conta das medidas de apoio ao combate à Covid-19, o Serviço Social da Indústria (SESI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) ganharam reconhecimento da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), do Centro Interamericano para o Desenvolvimento do Conhecimento na Formação Profissional da Organização Internacional do Trabalho (OIT/Cinterfor) e da WorldSkills, organizadora da maior competição de profissões técnicas do mundo.

 

SISTEMA FECOMÉRCIO

 

Durante a quarentena decretada pelo Governo, a Fecomércio-CE investiu em ações voltadas para oferecer serviços de apoio aos empresários do comércio e serviços fundamentais à população cearense. Sempre atenta às necessidades que foram surgindo, o Sistema Fecomércio ofereceu orientações técnicas, estudos econômicos, lives, debates e muitos outros conteúdos e ações.

“O momento é de operacionalizar novos projetos e ferramentas que vão dar suporte e consultoria aos empresários do setor. Entre eles, o Market Place – Tá Fácil Comprar, plataforma digital criada para facilitar o acesso às compras; o Fecomércio Bank, que vai oferecer transações numa plataforma financeira, pensado para aumentar volume de negócios sem onerar clientes; além do projeto Gestão da Retomada, desenvolvido pelo Senac Ceará, em parceria com a IXL Center, que irá preparar gestores para o retorno das suas atividades, apoiando as decisões estratégicas”, ressalta o presidente do Sistema Fecomércio, Maurício Filizola.

Segundo ele, há uma grande expectativa com a campanha “Compre do Ceará”, tanto pela proposta de sensibilizar as pessoas a valorizarem o que é nosso, quanto pela enriquecida parceria entre instituições de tão imponente relevância para o desenvolvimento do Estado.

A Fecomércio-CE também está presente no dia a dia das pessoas. Por meio de ações digitais, o Sesc já retomou as aulas e vem dando continuidade às atividades. Através do Tudoemcasafecomércio, a instituição vem oferecendo educação, cultura, lazer, conhecimento e ações para enriquecer o tempo de quem está em casa, valorizando cada minuto desse tempo em prol do seu crescimento pessoal e profissional. As lives promovidas pelo Sesc, por exemplo, contaram com a participação de mais de 1.200 artistas, entre músicos, atores, cantores, contadores de histórias, escritores, dentre outros, que recebem cachê do Sesc e enriquecem a programação artística local. Somando as 10 primeiras edições, foram realizadas aproximadamente 390 ações, reunindo mais de 111.000 espectadores.

O Senac, por sua vez, participa do Tudo em Casa Fecomércio orientando estudantes e empreendedores em transmissões ao vivo pelo Instagram e Facebook, além de vídeos, com a participação de especialistas, instrutores e empresários. Já a Fecomércio vem debatendo, ao vivo, os temas mais relevantes para a continuidade das atividades produtivas. Abordam, principalmente, os desafios para o comércio local e para a economia no Estado. O conteúdo, apresentado por especialistas, é divulgado no perfil da Federação, @fecomerciooficial e dos seus convidados.

Por meio do IPDC, foram realizados diversos estudos para levantar os principais impactos da pandemia, expectativa dos empresários e trabalhadores, clima organizacional, percepção dos consumidores e usuários do Sesc e do Senac. Outra ação foi a produção de e-books, disponibilizados no site da Federação, com o objetivo de combater os efeitos da pandemia e da desinformação. O material didático esclarece dúvidas sobre questões cíveis e empresariais, questões trabalhistas, esclarece sobre a MP do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, questões tributárias, dicas para a sustentabilidade dos negócios, disponibiliza os decretos estaduais e municipais, o posicionamento dos setores vinculados à Fecomércio, boas ideias e práticas para a retomada empresarial, além de divulgar o que a Fecomércio está pleiteando para o setor nesse período e as respostas do Governo para os pedidos.

Além disso, outros dois e-books também foram disponibilizados. Um sobre as fases de retomada da economia, com a reabertura gradual das atividades econômicas no Estado, e o outro sobre os protocolos de segurança para o funcionamento dessas atividades, contendo regras sobre o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), saúde dos funcionários, condições sanitárias, dentre outras informações.

A Fecomércio CE protagonizou diálogo com o governo, integrando o Comitê Estadual de Enfrentamento ao Coronavírus e o Grupo de Trabalho Estratégico, uma solicitação do setor produtivo para pensar as medidas para a retomada das atividades econômicas. Criou, ainda, soluções para que as empresas do comércio estejam em sintonia com as novas demandas do mercado, como a Fecomércio Bank Tendo como parceiro a BPX, o banco digital da Federação do Comércio do Ceará vai atender tanto clientes pessoas físicas quanto empresas, com um mix de produtos e serviços modernos e de alta complexidade tecnológica. O Fecomércio Bank oferece serviços diversos, voltados para a diversão da família, compras online e tudo o mais que se possa imaginar, como recarga de celular, compras de passagens, créditos no Google Play, Netflix, Sportfy, entre outros produtos e serviços.

Outra iniciativa criada pela Fecomércio, neste período, foi a ferramenta de Marketing Place. O “Tá fácil comprar” é uma loja virtual, onde o empresário cadastra e vende seus produtos e serviços. A ferramenta pode ser acessada via site ou aplicativo. Nela, empresas de diversos segmentos podem se hospedar, vendendo seus produtos ou serviços, mostrando diferenciais e fazendo ofertas.

Com um extenso histórico de trabalho em prol de instituições que atendem a pessoas em situações de vulnerabilidade, o Mesa Brasil Sesc intensificou suas atividades desde o início da pandemia. Entre os dias 01 de março e 31 de maio, o programa arrecadou 615.252 kg de alimentos, atendendo a mais de 588 mil pessoas através de 400 instituições em 60 municípios cearenses.

 

SEBRAE

 

O Sebrae vem atuando fortemente para apoiar os pequenos negócios a enfrentar e superar a crise provocada pelo coronavírus. Logo no início da pandemia, a instituição ampliou a oferta de produtos e serviços online, como orientações e consultorias, onde um time de especialistas em áreas como gestão, finanças, marketing, vendas, inovação, entre outras, está à disposição dos empreendedores para ajudá-los. Também foi ampliado o atendimento remoto pela Central de Relacionamento (no telefone 0800.570.0800), pelo WhatsApp no número (85) 98139-0634 e pelo canal de atendimento “Converse online com Sebrae”, disponível no portal do Sebrae/CE, no endereço eletrônico www.ce.sebrae.com.br.

No site da instituição, podem ainda ser encontradas diversas opções de cursos online gratuitos para quem quer abrir uma empresa ou quem já tem o próprio negócio, bem como um conjunto de informações e conteúdos sobre temas ligados ao empreendedorismo, como planejamento, finanças, mercado e vendas, marketing digital, inovação e legislação, por exemplo. Já no canal do Sebrae/CE no Instragram (@sebraece), vem sendo realizadas lives diárias com especialistas sobre temas de interesse dos empreendedores.

Além disso, o Sebrae tem realizado e articulado uma série de ações voltadas para os empreendedores, como a realização de encontros virtuais de negócios e de crédito, reunindo donos de pequenos negócios e instituições de crédito, como bancos públicos, empresas simples de crédito, bancos populares, entre outros. E também tem articulado junto a instituições bancárias a disponibilização de melhores linhas de crédito para os pequenos negócios, inclusive ampliando o volume de instituições parceiras para a operação do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), que é gerido pelo Sebrae e funciona como um complemento às garantias requisitadas pelas instituições financeiras.

O Sebrae também lançou nacionalmente o movimento Compre do Pequeno para estimular a população a priorizar à micro e pequenas empresas em suas compras, como forma de garantir a sobrevivência dos pequenos negócios, contribuir para a manutenção dos empregos e fortalecimento da economia local. Também com mesmo intuito, o Sebrae/CE, em parceria com a Associação dos Municípios do Estado do Ceará (Aprece), lançou o e-book Ações Municipais de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, que é um guia para ajudar os gestores municipais na adoção de medidas emergenciais de apoio aos pequenos negócios em seus municípios.

Neste momento de retomada das atividades econômicas, o Sebrae está disponibilizando em seu site um conjunto de protocolos, para orientar os empreendedores sobre como atuar diante da crise, tanto na condução das empresas, quanto na relação com funcionários, fornecedores e clientes. O objetivo é assegurar que a reabertura das atividades econômicas aconteça de forma mais segura, evitando a propagação da pandemia. A iniciativa abrange 47 segmentos, entre os mais atingidos pela crise.

A instituição também está elaborando um grande programa para ajudar os empreendedores e empresários cearenses na revitalização dos seus empreendimentos, desde a concepção de novos negócios até a reestruturação das empresas existentes.  O Programa, que recebeu o nome de Revita, irá contar com um conjunto de soluções articuladas e integradas voltadas ao apoio, orientação, capacitação, planejamento e desenvolvimento dos pequenos negócios.

 

SISTEMA FETRANS

 

O Sistema Fetrans, por meio do Sest Senat, promoveu uma série de ações de combate ao novo coronavírus, de conscientização dos profissionais do setor do transporte para questões de higiene e limpeza, de capacitação e educação online e de atendimentos de saúde nas unidades operacionais do Conselho Regional Nordeste I do Sest Senat.

Entre as ações de destaque está a distribuição de produtos de higiene, álcool em gel e alimentos aos motoristas em rodovias, além de orientações de saúde sobre a Covid-19. Através das Unidades Regionais do Sest Senat, foi realizada uma ação nacional de testes para Covid-19 em profissionais do transporte. Somente no Estado estão sendo testados mais de 1.000 motoristas profissionais e cobradores, com agendamento.

 

O Sistema Fetrans também levou às empresas e aos profissionais do transporte a van de prevenção do Sest Senat com uma série de ações de saúde, de higiene e de combate ao coronavírus, além de medição de temperatura dos profissionais. Realizou ainda vacinação de H1N1 para profissionais motoristas e capacitação profissional por meio de cursos digitais e webaulas ao vivo, com a presença virtual do instrutor, esclarecendo dúvidas dos alunos por meio de canais de chat e fórum.

O Sest Senat disponibilizou também serviços online de Nutrição, Psicologia e Fisioterapia e atendimentos presenciais para profissionais do transporte nas unidades, seguindo todos os protocolos de segurança sanitária.

 

SISTEMA FAEC

 

Para que a produção não parasse o Sistema FAEC/ SENAR continuou a oferecer assistência técnica e gerencial aos produtores rurais, incluindo orientações sobre como se proteger da Covid-19, distribuição de kits com máscara, álcool gel e garrafa para água. A FAEC também atuou em prol da extensão do benefício emergencial do governo aos trabalhadores rurais que trabalham em regime de economia familiar.

Por meio do programa Agrinho – uma ação educativa e de responsabilidade social  do SENAR  em mais de 2 mil escolas da zona rural do Ceará – foram desenvolvidas várias ações de orientação sobre o coronavírus. Os alunos e professores gravaram vídeos, realizaram contação de histórias, fizeram programa de rádio e se engajaram em campanhas de doação e distribuição de alimentos, máscaras e sabão nas comunidades rurais.

A FAEC sugeriu e encabeçou um movimento juntamente com as demais federações do Nordeste, enviado à Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), propondo o encaminhamento de uma nova Resolução no sentido de renegociar as dívidas rurais e a abertura de novos empréstimos para os produtores rurais do Nordeste. Também realizou lives e bate-papos virtuais com os produtores, discutindo as melhores alternativas para a agropecuária. Divulgou ainda as plataformas sociais criadas pela CNA, inclusive um whatsapp especial, para solicitar apoio na comercialização dos produtos e tratar outras dificuldades.

 

Cenário atual da economia cearense

 

A crise do novo coronavírus tem impactado toda a cadeia produtiva do Ceará, daí a importância de, aos poucos, nossa economia local voltar a girar com mais força. Só no último mês de abril, nossa produção industrial recuou 33,9% na comparação com março, de acordo com dados divulgados no dia 09/06, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foi a maior queda da série histórica do indicador, iniciada há 18 anos. Entre os 15 estados brasileiros pesquisados pelo IBGE, o Ceará apresentou a segunda maior retração na atividade industrial de abril, ficando atrás apenas do Amazonas, que registrou queda de 46,5% no setor. Quando comparado a abril de 2019, o recuo da indústria cearense foi ainda mais preocupante, já que despencou 53% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

A maior queda foi registrada na fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-99%), na preparação de couros e fabricação de artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-98,5%) e na confecção de artigos do vestuário e acessórios (-96,8%).

No comércio varejista, segundo pesquisa atualizada pelo IBGE, neste mês de junho, as vendas caíram 16,8% em abril, na comparação com o mês anterior, o que reflete os efeitos do isolamento social em virtude da pandemia pelo Coronavírus. Resultado considerado o pior da série histórica, iniciada em janeiro de 2000, e a segunda queda consecutiva, acumulando uma perda de 18,6% no período.

 

O recuo foi de 37,2% no volume de vendas no mês em comparação a igual período do ano passado. Somente janeiro apresentou crescimento nas vendas no comércio varejista ampliado, de 2,7%. Nos meses seguintes, foram quedas de 2% em fevereiro e 11,7% em março. O resultado de abril pode ser explicado por ser o primeiro mês completo de isolamento social. O Ceará ainda apresenta a quarta maior retração do País no resultado acumulado das vendas, em 2020, de 11,8%.

Dentre os destaques negativos estão: tecidos, vestuário e calçados (-87,9%). Os únicos resultados positivos foram em hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (2%). No varejo ampliado, as atividades de veículos, motos, partes e peças e material de construção caíram 42,4% e 48,2%, respectivamente.

No quadro nacional, a situação também é preocupante. De acordo com levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o varejo deverá ter 10,1% de retração neste ano.

Segundo a CNC, os comerciantes brasileiros já podem afirmar que perderam um mês inteiro de vendas com o novo Coronavírus. Em 12 semanas de pandemia (de 15/3 a 6/6), os prejuízos do setor com a crise alcançaram impressionantes R$ 200,71 bilhões. O valor é equivalente à média mensal de faturamento do varejo antes do surto de Covid-19.

Com o Dia dos Namorados, por exemplo, considerada a sétima data comemorativa mais importante, a CNC estima perdas, em números absolutos, de mais de R$ 700,00 milhões, representando uma retração de 43,10% nas vendas do varejo com a data, celebrada no dia 12 de junho último. Se confirmada a previsão, o faturamento do comércio com o Dia dos Namorados, em 2020, será o menor dos últimos 11 anos.