{"id":3651,"date":"2017-03-09T15:02:43","date_gmt":"2017-03-09T15:02:43","guid":{"rendered":"http:\/\/faec.org.br\/novo\/?p=3651"},"modified":"2017-03-09T15:02:43","modified_gmt":"2017-03-09T15:02:43","slug":"senar-promove-palestra-sobre-mercado-do-leite-desafios-e-oportunidades","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/faec.org.br\/senar\/senar-promove-palestra-sobre-mercado-do-leite-desafios-e-oportunidades\/","title":{"rendered":"SENAR PROMOVE \u00a0PALESTRA SOBRE MERCADO DO\u00a0LEITE, DESAFIOS E OPORTUNIDADES \u00a0\u00a0"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-3652\" alt=\"antonio carlos\" src=\"http:\/\/faec.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/antonio-carlos-258x300.jpg\" width=\"258\" height=\"300\" \/><\/p>\n<div>O Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem Rural -SENAR-CE promove hoje, 9, de 17 \u00e0s 18:30 hs, na sede do Sistema FAEC\/ SENAR- CE, uma palestra \u00a0 sobre &#8221; MERCADO DO LEITE: DESAFIOS E OPORTUNIDADES &#8220;. A palestra ser\u00e0 proferida pelo engo agr\u00f4nomo, mestre em Agroneg\u00f3cio especialista \u00a0na cadeia \u00a0de l\u00e1cteos \u00a0e instrutor do Senar Nacional na Metodologia de Assist\u00eancia T\u00e9cnica Gerencial- ATeG .<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A palestra \u00e9 voltada \u00e0 \u00a0produtores, t\u00e9cnicos e especialistas na \u00e1rea, e segundo o Diretor T\u00e9cnico \u00a0do Senar-.CE, Eduardo Queiroz de Miranda o Senar- CE \u00a0j\u00e1 vem trabalhando a alguns anos \u00a0a cadeia produtiva do leite, com resultados satisfat\u00f3rios para os \u00a0produtores que \u00a0aderiram ao Programa Balde Cheio.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O SENAR-CE deu in\u00edcio no \u00faltimo dia 6, prosseguindo at\u00e9 o pr\u00f3ximo dia 17, a capacita\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicos na Metodologia do Programa de \u00a0Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Gerencial &#8211; ATeG &#8211; um programa novo \u00a0lan\u00e7ado \u00a0em v\u00e1rios estados do Brasil, e em 2016 incluiu o Estado do Cear\u00e1. O Curso ocorre em parceria com o SENAR Administra\u00e7\u00e3o Central que disponibiliza o material did\u00e1tico espec\u00edfico, com os conte\u00fados t\u00e9cnicos e de gest\u00e3o das atividades: bovinocultura de leite e de ovinocultura de corte; e o instrutor da Metodologia ATeG, o Engenheiro Agr\u00f4nomo Antonio Carlos Souza Lima , capacitado para transmitir os conte\u00fados aos participantes.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>No Cear\u00e1, o programa atende hoje cerca de 455 propriedades em 38 munic\u00edpios, cadastrando os \u00edndices zoot\u00e9cnicos e os par\u00e2metros de produ\u00e7\u00e3o, somados aos demais produtores do Programa Sert\u00e3o Empreendedor, est\u00e3o sendo assistidos 760 propriedades, uma parceria do SENAR\/CE, SEBRAE\/CE e os Sindicatos Rurais.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>O Diretor T\u00e9cnico do SENAR\/CE, Eduardo Queiroz disse que esse ano, atrav\u00e9s do PROGRAMA de Assist\u00eancia t\u00e9cnica e gerencial &#8211; ATeG , haver\u00e1 um esfor\u00e7o maior , aproveitando o per\u00edodo chuvoso para produzir forragem e armazen\u00e1-la, objetivando oferecer aos animas no per\u00edodo da estiagem &#8211; de agosto a dezembro, realizando diversas atividades pr\u00e1ticas visando aumentar a produ\u00e7\u00e3o da \u00a0bovinocultura leiteira e da ovinocultura das propriedades assistidas.\u00a0 Tudo \u00a0isso visa fortalecer a gest\u00e3o da atividade, por meio da pr\u00f3pria assist\u00eancia t\u00e9cnica e gerencial e sendo complementado com os treinamentos e oficinas oferecidos aos envolvidos, para que o produtor possa melhor desenvolver sua atividade e aumentar o lucro, que \u00e9 o objetivo maior de qualquer empresa.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>SOBRE o Mercado de leite no Brasil<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>Os n\u00fameros de 2016 s\u00f3 ser\u00e3o divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) em 17 de mar\u00e7o, mas a expectativa \u00e9 que a produ\u00e7\u00e3o de leite no Brasil sofra a maior queda em 55 anos, desde que os \u00edndices passaram a ser registrados.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8220;Embora a capta\u00e7\u00e3o formal de leite no terceiro trimestre do ano passado tenha apresentado uma recupera\u00e7\u00e3o de 12,1% em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior, o volume total captado teve uma quebra de 4,9% quando comparado ao mesmo per\u00edodo de 2015&#8221;, informa o pesquisador da Embrapa Gado de Leite Jo\u00e3o C\u00e9sar Resende.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Os dados iniciais sugerem que a recupera\u00e7\u00e3o tenha se mantido no \u00faltimo trimestre, mas o Pa\u00eds deve fechar 2016 com uma produ\u00e7\u00e3o pouco acima dos 23 bilh\u00f5es de litros, uma retra\u00e7\u00e3o acima de 3% em rela\u00e7\u00e3o a 2015, e h\u00e1 entre os analistas quem aposte em um \u00edndice de 4%.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Os dois \u00faltimos anos n\u00e3o foram bons para o setor. Desde 2014, quando o Brasil registrou o maior volume de produ\u00e7\u00e3o de leite sob inspe\u00e7\u00e3o (24,7 bilh\u00f5es de litros), os \u00edndices v\u00eam retrocedendo. Em 2015, a queda foi de 2,8%.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Ano de extremos &#8211; Um dos fatores que favoreceu o menor volume produzido foi o pre\u00e7o internacional do leite. Nos leil\u00f5es da plataforma Global Dairy Trade (GDT), a tonelada do leite em p\u00f3 chegou a ser vendida em julho por US$ 2,062.00, pre\u00e7o muito abaixo da m\u00e9dia, segundo analistas.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Isso favoreceu a importa\u00e7\u00e3o de leite da Argentina e do Uruguai. &#8220;Importamos o equivalente a 8% da nossa capta\u00e7\u00e3o de leite no ano que passou&#8221;, explica Glauco Rodrigues Carvalho, tamb\u00e9m pesquisador da Embrapa Gado de Leite.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Em dezembro, o leil\u00e3o da GDT j\u00e1 estava pagando pela tonelada do leite em p\u00f3 US$ 3,568. A expectativa de Carvalho \u00e9 que essa seja a m\u00e9dia dos pre\u00e7os internacionais ao longo de 2017, reduzindo a competitividade das importa\u00e7\u00f5es, possibilitando uma recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Outro fator que prejudicou o setor foi a quebra de safra do milho. Enquanto a safra do gr\u00e3o em 2014\/2015 foi de 84,3 milh\u00f5es de toneladas, no per\u00edodo de 2015\/2016 houve uma queda de 21% (66,5 milh\u00f5es de toneladas). Isso encareceu a alimenta\u00e7\u00e3o concentrada do rebanho, aumentando os custos para o produtor.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8220;Vivemos fatos extremos em 2016, o que demonstrou a desorganiza\u00e7\u00e3o e a fragilidade da cadeia produtiva do leite no Brasil&#8221;, argumenta Carvalho. O reflexo dessa fragilidade se deu, principalmente, nos pre\u00e7os pagos ao produtor. O ano come\u00e7ou com pre\u00e7os muito baixos, com o pecuarista recebendo R$ 1,06\/litro. A m\u00e9dia do primeiro semestre ficou abaixo de R$ 1,20.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A consequ\u00eancia foi a queda da atividade industrial, com as ind\u00fastrias chegando a conviver com uma capacidade ociosa em torno de 40%. Para ampliar a capta\u00e7\u00e3o do produto, a rea\u00e7\u00e3o foi aumentar os pre\u00e7os, cuja m\u00e9dia no segundo semestre foi de R$ 1,49\/litro.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem Rural -SENAR-CE promove hoje, 9, de 17 \u00e0s 18:30 hs, na sede do Sistema FAEC\/ SENAR- CE, uma palestra \u00a0 sobre &#8221; MERCADO DO LEITE: DESAFIOS E OPORTUNIDADES &#8220;. 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