{"id":3414,"date":"2016-12-08T19:19:29","date_gmt":"2016-12-08T19:19:29","guid":{"rendered":"http:\/\/faec.org.br\/novo\/?p=3414"},"modified":"2016-12-08T19:19:29","modified_gmt":"2016-12-08T19:19:29","slug":"forum-nacional-o-futuro-do-seguro-rural-no-brasil-destaca-que-o-nordeste-ainda-esta-fora-do-mapa-do-seguro-mas-avalia-que-o-seguro-seca-e-viavel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/faec.org.br\/senar\/forum-nacional-o-futuro-do-seguro-rural-no-brasil-destaca-que-o-nordeste-ainda-esta-fora-do-mapa-do-seguro-mas-avalia-que-o-seguro-seca-e-viavel\/","title":{"rendered":"F\u00d3RUM NACIONAL \u00a0&#8220;O FUTURO DO SEGURO RURAL NO BRASIL&#8221; DESTACA QUE O NORDESTE AINDA \u00a0EST\u00c1 FORA \u00a0DO MAPA DO\u00a0 SEGURO!\u00a0 MAS AVALIA QUE O SEGURO SECA \u00c9 VI\u00c1VEL\u00a0"},"content":{"rendered":"<div><\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/faec.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/DSC_0542.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" alt=\"dsc_0542\" src=\"http:\/\/faec.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/DSC_0542-300x199.jpg\" width=\"300\" height=\"199\" \/><\/a><\/div>\n<div><\/div>\n<div>H\u00e1 um consenso da import\u00e2ncia do seguro agr\u00edcola, por ser a agricultura uma atividade de risco elevado, em boa parte das regi\u014des do pa\u00eds \u00a0 ela \u00e9 t\u00e3o importante para a economia do Brasil, seja por falta d&#8217;\u00c1gua, ou excesso de \u00e1gua, essa perda do produtor se propaga para o conjunto da sociedade , \u00e9 o que \u00a0est\u00e1 acontecendo aqui no Cear\u00e1, com a interrup\u00e7\u00e3o da \u00a0produ\u00e7\u00e3o e frutas e flores, com a suspens\u00e3o da \u00e1gua para essas atividades . O seguro \u00e9 tamb\u00e9m uma atividade complexa, \u00a0cara, \u00a0tem que \u00a0ser operado por v\u00e1rios atores , setor privado,setor p\u00fablico , e a ind\u00fastria do seguro. Foi o que disse o \u00a0 mediador Ant\u00f4nio M\u00e1rcio Buzinain, da Universidade Estadual de Campinas-SP., no encerramento do F\u00f3rum o Futuro do Seguro \u00a0Rural no Brasil, promovido \u00a0durante o dia de hoje,8, no audit\u00f3rio do Sebrae- CE, pela \u00a0Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil- CNA e pela \u00a0Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria \u00a0do Estado do Cear\u00e1- FAEC.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Para o professor da Unicamp, a hist\u00f3ria do \u00a0Seguro rural no Brasil ainda \u00e9 muito jovem,atualmente, apenas 10 \u00a0seguradoras est\u00e3o cadastradas \u00a0no MAPA e regulada pela SUSEP.\u00a0 O Nordeste est\u00e1 \u00a0praticamente fora do mapa do Seguro, o que n\u00e3o deixa de ser um paradoxo, justamente onde \u00e9 mais necess\u00e1ria uma prote\u00e7\u00e3o do seguro, esse \u00e9 o desafio, e o sentido dessa \u00a0reuni\u00e3o, \u00e9 \u00a0fazer uma reflex\u00e3o e saber como vamos avan\u00e7ar.\u00a0 A CNA e \u00a0as federa\u00e7\u00f5es est\u00e3o se articulando para tentar encontrar uma solu\u00e7\u00e3o para esta problem\u00e1tica, disse.<\/div>\n<div>Segundo dados do MAPA , \u00a0em 2014, \u00a0gastou-se no Brasil \u00a0quase 700 milh\u00f5es, com 118 mil ap\u00f3lices de seguros , numa \u00e1rea de 10 milh\u00f5es de hectares, j\u00e1 \u00a0em 2015, foram gastos apenas 182 milh\u00f5es, houve um corte de 70% dos recursos. As subven\u00e7\u00f5es \u00a0do governo por Unidade da Federa\u00e7\u00e3o representam : 28% para o Estado do Paran\u00e1, 25% para o Rio Grande do Sul, 12% para S\u00e3o Paulo e 8% para Santa Catarina. No \u00a0Nordeste \u00a0apenas os \u00a0Estados \u00a0da Bahia , representando 2% e o do Piaui( 1%) receberam subven\u00e7\u00f5es do governo para cobrir perdas de safra .<\/div>\n<div><\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/faec.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/DSC_0563.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" alt=\"dsc_0563\" src=\"http:\/\/faec.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/DSC_0563-300x199.jpg\" width=\"300\" height=\"199\" \/><\/a>Eu vejo um futuro brilhante para o seguro rural no Brasil e acho que hoje a quest\u00e3o das seguradoras n\u00e3o est\u00e1 mais na demanda, o agricultor entende que o seguro agr\u00edcola \u00e9 um instrumento de prote\u00e7\u00e3o \u00a0da gest\u00e3o de seus recursos. N\u00f3s seguradoras temos que nos preparar para dar mais ofertas para esses produtores, hoje o Brasil j\u00e1 tem quase 15% da sua \u00e1rea plantada segurada, n\u00f3s t\u00ednhamos em 2006 menos de 1% da \u00e1rea plantada assegurada , houve uma evolu\u00e7\u00e3o muito grande, principalmente uma evolu\u00e7\u00e3o na \u00a0consci\u00eancia do agricultor no sentido de que o seguro pode ser um grande instrumento de gest\u00e3o do seu neg\u00f3cio ressaltou Wadir Cury , presidente da Comiss\u00e3o Nacional de Seguro Rural da Federa\u00e7\u00e3o Nacional de Seguros.Segundo \u00a0 ele, o seguro agr\u00edcola n\u00e3o rep\u00f5e bens, mas quando come\u00e7ou \u00a0em 2006 o governo federal colocou 80 milh\u00f5es de subven\u00e7\u00e3o \u00a0ao seguro, e s\u00f3 conseguimos assegurar \u00a030 milh\u00f5es, pois n\u00e3o existia a cultura do seguro agr\u00edcola no Brasil. Hoje, \u00a0situa\u00e7\u00e3o \u00e9 inversa, em 2015, o pr\u00eamio de seguro caiu em torno de 70% faltou recursos do governo na contrapartida e muitos produtores deixaram de receber o seguro rural, assegurado pelo PROAGRO.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Temos que refletir muito sobre isso , n\u00f3s \u00a0seguradoras temos que preencher a oferta do seguro em outras partes do Brasil, como na regi\u00e3o Nordeste. A log\u00edstica nossa ainda \u00e9 anal\u00f3gica, para cobrir estas \u00e1reas, isso requer investimentos das seguradoras, temos que desenvolver tecnologia, podemos ser competidores mas os produtores t\u00eam que ser \u00a0cooperativos, o seguro \u00a0rural est\u00e1 lincado na cadeia da produ\u00e7\u00e3o de alimentos, da seguran\u00e7a alimentar no mundo ,eles \u00a0t\u00eam que \u00a0 se unirem atrav\u00e9s de cooperativas , para gerir melhor seus neg\u00f3cios dentro de uma vis\u00e3o integrada de gest\u00e3o de risco e \u00a0que \u00a0o seguro \u00a0melhore o zoneamento agr\u00edcola, essa foi a reflex\u00e3o que fez no final do F\u00f3rum.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Com rela\u00e7\u00e3o aos desafios para integrar os dois programas da Seguradora e o \u00a0do \u00a0Minist\u00e9rio \u00a0da Agricultura e Pecu\u00e1ria, &#8211; MAPA, o representante da secretaria de pol\u00edtica \u00a0agr\u00edcola do \u00a0minist\u00e9rio Gustavo Bracale, reconhece que precisa haver uma maior integra\u00e7\u00e3o, &#8221; por isso apoiamos essa iniciativa da CNA e das \u00a0federa\u00e7\u00f5es, que tem condi\u00e7\u00f5es de nos ajudar a criar novos mecanismos, para alocar melhor os recursos p\u00fablicos, o planejamento \u00a0est\u00e1 disperso, por isso estamos tentando envolver a CNA \u00a0e depois as seguradoras, pois trata- se de uma parceria p\u00fablico privada, o Estado sozinho n\u00e3o tem como arcar com o seguro rural.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O grande gargalho \u00e9 a restri\u00e7\u00e3o do or\u00e7amento, Jos\u00e9 Carlos, do \u00a0MB Agro que falou sobre o tema &#8221; o que \u00e9 complexo desenvolver seguro agr\u00edcola no Brasil e no mundo,&#8221; \u00a0acha que para implantar um seguro rural no Nordeste tem que ser bem calibrado para que o resultado \u00a0seja satisfat\u00f3rio para as partes, essas diverg\u00eancias clim\u00e1ticas da Regi\u00e3o implicam num fundo maior do governo, desenhar o produto , mas acredita que \u00e9 poss\u00edvel.No Paran\u00e1, tudo come\u00e7ou com uma discuss\u00e3o da realidade \u00e9 s\u00f3 atrav\u00e9s \u00a0dessas \u00a0discuss\u00f5es foi poss\u00edvel \u00a0desenvolver o seguro \u00a0rural, desde 2005, s\u00f3 assim foi poss\u00edvel.\u00a0 Ele apresentou o Mapa do Seguro no Brasil, onde colocou as h\u00e1 necessidade de incentivar a demanda pelo seguro agr\u00edcola, promover a concorr\u00eancia entre as seguradoras, estimular as seguradoras no desenvolvimento de novos produtos . Informou que o MAPA j\u00e1 tem o PROAGRO , mas reconhece \u00a0que ele n\u00e3o atende a demanda de 1,2 milh\u00f5es.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Foi destacado a\u00ednda no F\u00d3RUM \u00a0a experi\u00eancia da agricultura da \u00cdndia que \u00a0est\u00e1 muito bem organizada porque eles est\u00e3o agregados em cooperativas e modelos de unidades em lotes , com informa\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas atualizadas sobre clima. Aqui no Brasil n\u00e3o temos informa\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas na escala \u00a0da \u00cdndia \u00a0e nem informa\u00e7\u00e3o sobre o rendimento do produtor, colocou o mediador Ant\u00f4nio M\u00e1rcio.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O seguro \u00e9 um protetor social do produtor, disse o \u00a0vice- presidente \u00a0da Federa\u00e7\u00e3o do Rio Grande do Sul- FAMASUL, Ilmar Kourad, \u00a0que considera que precisamos evoluir \u00a0na m\u00e9dia individual de produ\u00e7\u00e3o do produtor, cada estado tem sua produ\u00e7\u00e3o e \u00a0usar mais \u00a0a tecnologia, para determinar o seguro . Segundo ele, o Brasil j\u00e1 demonstrou que n\u00e3o quer seguro , sabemos \u00a0que hoje \u00a0a demanda por seguro e de 1.2 bilh\u00f5es , mas o MAPA \u00a0n\u00e3o destinou nem 1\/3 da necessidade. O Brasil \u00e9 agro ? Ent\u00e3o vamos investir no agro, destacou.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>SOBRE O F\u00d3RUM<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil-CNA e \u00a0Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Estado do Cear\u00e1- FAEC , com o apoio institucional do Banco do Nordeste e da Federa\u00e7\u00e3o Nacional de Seguros Gerais, promoveu \u00a0durante todo o \u00a0dia 8 , o F\u00f3rum Nacional &#8221; O Futuro do Seguro Rural no Brasil &#8220;. O evento aconteceu , no audit\u00f3rio do Sebrae, na Avenida Monsenhor \u00a0Tabosa, em Fortaleza, de 9 \u00a0\u00e0s 16 horas, com a participa\u00e7\u00e3o de especialistas da CNA, Universidade de Campinas- SP, Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria e de diversas Seguradoras.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/faec.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/DSC_0565.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" alt=\"dsc_0565\" src=\"http:\/\/faec.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/DSC_0565-300x199.jpg\" width=\"300\" height=\"199\" \/><\/a>Esse f\u00f3rum faz parte da agenda estrat\u00e9gica da Comiss\u00e3o Nacional de Pol\u00edtica Agr\u00edcola da CNA, que prev\u00ea a realiza\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de eventos regionais em 2016 e 2017 sobre seguro rural, com os objetivos de discutir as dificuldades e os desafios da pol\u00edtica de seguro rural no \u00e2mbito do Governo Federal e dos governos estaduais, disseminar conhecimento sobre o mercado e o funcionamento das diferentes modalidades de seguro rural e propor encaminhamentos para o desenvolvimento desse mercado no Brasil., disse o Superintendente \u00a0T\u00e9cnico da CNA, Bruno Lucchi.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A primeira edi\u00e7\u00e3o do Seguro Rural aconteceu no Paran\u00e1, no in\u00edcio desse segundo semestre, e a segunda aqui em Fortaleza que congrega todos os estados do nordeste, escolhemos Fortaleza pelo trabalho que a Federa\u00e7\u00e3o vem desenvolvendo e buscando alternativas pra levar solu\u00e7\u00f5es ao produtor Rural principalmente na quest\u00e3o do d\u00e9ficit clim\u00e1tico na pecu\u00e1ria, produtos que ainda n\u00e3o existem pode ser desenvolvidos atrav\u00e9s de eventos como esse. Al\u00e9m desse evento estamos planejando outros eventos nas regi\u00f5es centro-oeste, sudeste e norte, com isso fechamos um escopo de propostas que podemos levar tanto para o governo como para esclarecimento dos produtores rurais, disse \u00a0Bruno Lucchi.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O evento foi aberto pela presidente da FAEC, Fl\u00e1vio Saboya que voltou a defender o Seguro Seca, para atendimento principalmente as atividades pecu\u00e1rias do Estado, que est\u00e3o totalmente descobertas, h\u00e1 uma redu\u00e7\u00e3o dr\u00e1stica do rebanho bovino e \u00a0da atividade no Estado por falta de um incentivo, precisamos tamb\u00e9m conscientizar o homem de que ele precisa aprender a guardar alimento para seu rebanho para um per\u00edodo de no m\u00ednimo 2 anos. Chegou \u00a0a hora de Guardar, enfatiza .\u00a0 No semi\u00e1rido nordestino, e vou dar como exemplo o do Cear\u00e1, temos quase 88% do nosso estado no semi\u00e1rido, a atividade principal \u00e9 a pecu\u00e1ria, especificamente um seguro voltado para essa atividade n\u00e3o existe. Os que desejam manter os seus rebanhos e mant\u00ea-los com vida encontram muita dificuldade. A partir dessa ideia n\u00f3s imagin\u00e1vamos criar um seguro seca. O nosso maior problema no semi\u00e1rido \u00e9 a &#8220;tradi\u00e7\u00e3o&#8221; em n\u00e3o guardar comida para os nossos animais, mas se n\u00f3s guard\u00e1ssemos estar\u00edamos dando maior qualidade para os nossos rebanhos.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O Secret\u00e1rio de Desenvolvimento Agr\u00e1rio do Estado , Ded\u00e9 Teixeira \u00a0destacou a import\u00e2ncia do evento e dos temas debatidos, assegurando que o Governo do Estado ir\u00e1 dialogar com \u00a0a classe produtora \u00a0e estudar a viabilidade do Seguro Seca proposto pela FAEC, j\u00e1 que o Estado e os produtores j\u00e1 bancam o seguro &#8211; safra Ded\u00e9 Teixeira disse que \u00a0o governo precisa entender que esse tipo de seguro \u00e9 muito importante para toda atividade, \u00e9 claro que tem uma s\u00e9rie de dificuldades desafios e de elementos que diferenciam de outras atividades de seguros que o setor privado executa. O Governo do Estado est\u00e1 aqui para compreender, ajudar, j\u00e1 que precisamos encontrar uma solu\u00e7\u00e3o para que n\u00e3o tenhamos tantos preju\u00edzos na nossa produ\u00e7\u00e3o, estamos amea\u00e7ados se n\u00e3o houver chuvas em 2017, perderemos o nosso potencial da nossa voca\u00e7\u00e3o natural que \u00e9 a pecu\u00e1ria. \u00c9 essencial que o seguro possa amenizar esse estado de perda que ocorre na situa\u00e7\u00e3o de estiagem prolongada como a que estamos enfrentando. \u00c9 necess\u00e1rio que a outras federa\u00e7\u00f5es discutam sobre o tema para que possamos regulamentar o seguro contra o semi\u00e1rido<\/div>\n<div><\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/faec.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/DSC_0548.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" alt=\"dsc_0548\" src=\"http:\/\/faec.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/DSC_0548-300x199.jpg\" width=\"300\" height=\"199\" \/><\/a>O F\u00d3RUM \u00a0contou \u00a0tamb\u00e9m com a presen\u00e7a do representantes e t\u00e9cnicos \u00a0 da secretaria de pol\u00edtica agr\u00edcola \u00a0do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento, da Secret\u00e1ria da Agricultura, Pesca e Aquicultura do Estado do Cear\u00e1, \u00a0Secretaria \u00a0de Desenvolvimento \u00a0Agr\u00e1rio &#8211; SDA, do ,p superintendente de neg\u00f3cios de varejo do \u00a0do Banco do Nordeste do Brasil, Lu\u00eds Sergio Farias Machado, do gerente de Agroneg\u00f3cio \u00a0 do Banco do Brasil, Paulo Pena, Superintendente do Senar-CE, Paulo H\u00e9lder Braga, \u00a0t\u00e9cnicos \u00a0do Sistema \/ FAEC\/ SENAR-CE, SEBRAE-Ce e da Organiza\u00e7\u00e3o das Cooperativas, da \u00a0Embrapa Agroind\u00fastria Tropical, Ematerce , agr\u00f4nomos, economistas , corretores de seguros, seguradoras e , t\u00e9cnicos do Governo Federal e governos estaduais, assessores parlamentares e especialistas em agropecu\u00e1ria.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>PROGRAMA\u00c7\u00c3O<\/div>\n<div><\/div>\n<div>09h30 \u00e0s 10h00: Por que \u00e9 complexo desenvolver seguro agr\u00edcola no Brasil e no mundo? \u2013 Jos\u00e9 Carlos Hausknecht (MB Agro).<\/div>\n<div>10h30 \u00e0s 11h00: O Programa de Subven\u00e7\u00e3o ao Pr\u00eamio do Seguro Rural (PSR). Representante da Secretaria de Pol\u00edtica Agr\u00edcola do Minist\u00e9rio da Agricultura<\/div>\n<div>11h00 \u00e0s 11h30: Seguro Rural: evolu\u00e7\u00e3o no Brasil e as estrat\u00e9gias da CNA \u2013 Pedro Loyola &#8211; Vice-Presidente da Comiss\u00e3o Nacional de Pol\u00edtica Agr\u00edcola da CNA.<\/div>\n<div>11h30 \u00e0s 12h00: As tend\u00eancias clim\u00e1ticas para o Brasil em 2016\/2017 \u2013 Representante da Funda\u00e7\u00e3o Cearense de Meteorologia e Recursos H\u00eddricos \u2013 FUNCEME.<\/div>\n<div>12h00 \u00e0s 13h00: Debates e perguntas do p\u00fablico. Mediador: Dr. Ant\u00f4nio M\u00e1rcio Buainain (Universidade Estadual de Campinas).<\/div>\n<div><\/div>\n<div>PROPOSTAS DA FAEC PARA CONVIV\u00caNCIA \u00a0COM A \u00a0SECA<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Durante o F\u00f3rum o Futuro do Seguro Rural no Brasil, o presidente da FAEC, Fl\u00e1vio Saboya apresentou \u00a0as seguintes propostas dentro de um plano de conviv\u00eancia com as secas :<\/div>\n<div><\/div>\n<div>1. Cria\u00e7\u00e3o de um Programa de Desenvolvimento Agropecu\u00e1rio para Conviv\u00eancia com as Secas, abrangendo as atividades econ\u00f4micas desenvolvidas no sequeiro e nas \u00e1reas irrigadas, com \u00eanfase na pecu\u00e1ria mediante os Projetos;<\/div>\n<div>1.1- Projeto de Sensibiliza\u00e7\u00e3o do Homem \u00e0s Mudan\u00e7as objetivando a perfeita conviv\u00eancia das atividades econ\u00f4micas com as especificidades do semi\u00e1rido (secas);<\/div>\n<div>1.2- Projeto Seguran\u00e7a Alimentar Animal em tr\u00eas linhas, quais sejam:<\/div>\n<div>1.2.1- Fomento \u00e0 Produ\u00e7\u00e3o e Comercializa\u00e7\u00e3o de Forragens \u2013 integrando as \u00e1reas irrig\u00e1veis com as de produ\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria no sequeiro disponibilizando, ainda, uma linha de cr\u00e9dito rural para produ\u00e7\u00e3o comercial de ferragem em \u00e1reas irrig\u00e1veis, bem como, uma outra para aquisi\u00e7\u00e3o pelos criadores de sequeiro;<\/div>\n<div>1.2.2- Hora de Guardar \u2013 para estimular a produ\u00e7\u00e3o de silagem e feno com a consequente forma\u00e7\u00e3o de Reserva Estrat\u00e9gica Alimentar para o enfrentamento das intemp\u00e9ries clim\u00e1ticas;<\/div>\n<div>1.1-3- Fomento \u00e0 expans\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o intensiva da Palma Forrageira na \u00e1rea de sequeiro.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>2. Cria\u00e7\u00e3o de um Seguro espec\u00edfico para as atividades econ\u00f4micas do semi\u00e1rido na \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o da SUDENE, com as seguintes distin\u00e7\u00f5es e coberturas:<\/div>\n<div><\/div>\n<div>2.1- Parcelas de Financiamentos Rurais \u2013 (custeio e investimento) vincendas no per\u00edodo e nos munic\u00edpios reconhecidos pelo Governo Federal como em estado de emerg\u00eancia;<\/div>\n<div><\/div>\n<div>2.2- Renda Presumida \u2013 para irrigante no caso de corte do suprimento d&#8217;\u00e1gua, face a suspens\u00e3o da outorga pelo governo, principalmente, nas \u00e1reas irrigadas destinadas \u00e0 fruticultura empresarial<\/div>\n<div><\/div>\n<div>2.3- Silagem e Feno armazenados \u2013 cobertura da tonelagem armazenada para a reposi\u00e7\u00e3o da reserva estrat\u00e9gica alimentar do rebanho;<\/div>\n<div>2.4- Pasto Nativo e Artificial \u2013 cobertura de hectares de pastagens quando as chuvas forem insuficientes para reposi\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m, condicionado \u00e0 decreta\u00e7\u00e3o do estado de emerg\u00eancia.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>Maiores Informa\u00e7\u00f5es :<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Fl\u00e1vio SABOYA- 992130613<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Comiss\u00e3o Nacional de Pol\u00edtica Agr\u00edcola<\/div>\n<div>Tel: +55 61 2109-1432 Fax: +55 61 2109-1490<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 um consenso da import\u00e2ncia do seguro agr\u00edcola, por ser a agricultura uma atividade de risco elevado, em boa parte das regi\u014des do pa\u00eds \u00a0 ela \u00e9 t\u00e3o importante para a economia do Brasil, seja por falta d&#8217;\u00c1gua, ou excesso de \u00e1gua, essa perda do produtor se propaga para o conjunto da sociedade , \u00e9 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3415,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5,26],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3414","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias","8":"category-destaque","9":"czr-hentry"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/faec.org.br\/senar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3414","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/faec.org.br\/senar\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/faec.org.br\/senar\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/faec.org.br\/senar\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/faec.org.br\/senar\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3414"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/faec.org.br\/senar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3414\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/faec.org.br\/senar\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/faec.org.br\/senar\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3414"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/faec.org.br\/senar\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3414"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/faec.org.br\/senar\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3414"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}