{"id":2920,"date":"2016-06-02T14:53:08","date_gmt":"2016-06-02T14:53:08","guid":{"rendered":"http:\/\/faec.org.br\/novo\/?p=2920"},"modified":"2016-06-02T14:53:08","modified_gmt":"2016-06-02T14:53:08","slug":"o-leite-e-o-principal-alimento-fonte-de-calcio-para-a-nutricao-humana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/faec.org.br\/senar\/o-leite-e-o-principal-alimento-fonte-de-calcio-para-a-nutricao-humana\/","title":{"rendered":"O LEITE \u00c9 O PRINCIPAL ALIMENTO FONTE DE C\u00c1LCIO PARA A NUTRI\u00c7\u00c3O HUMANA"},"content":{"rendered":"<p><em>Hoje \u00e9 o Dia Mundial do Leite e a CNA parabeniza a todos que contribuem para o aumento da oferta do produto no Brasil<\/em><\/p>\n<p><strong>Bras\u00edlia (01\/06\/2016) \u2013<\/strong>Rico em prote\u00edna e carboidrato, o leite \u00e9 considerado o principal alimento fonte de c\u00e1lcio para a nutri\u00e7\u00e3o humana. Para suprir as necessidades di\u00e1rias de c\u00e1lcio, a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura (FAO) recomenda consumir tr\u00eas por\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos por dia ou 1000 mg. O ideal \u00e9 ingerir um copo de 200 ml da bebida, uma fatia de queijo de 50 gramas e um iogurte. 1\u00ba de Junho \u00e9 o dia em que se comemora o Dia Mundial do Leite. Criada em 2001, pela FAO, a data celebra a import\u00e2ncia econ\u00f4micae social do leite, especialmente pelo que representapara asa\u00fade alimentar.<\/p>\n<p>A Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA), juntamente com as Federa\u00e7\u00f5es de Agricultura e Pecu\u00e1ria, parabeniza a todos os produtores de leiteque contribuem para o aumento da oferta e do consumo do produto no Brasil e no mundo. A atividade leiteira se destaca no pa\u00eds porforte demanda dom\u00e9stica e pela exporta\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), em 2015, o Brasil produziu 34 bilh\u00f5es de litros, sendo as regi\u00f5es Sul e Sudeste respons\u00e1veis,cada uma,por 12 bilh\u00f5es desse total.<\/p>\n<p>O maior estado produtor de leite \u00e9 Minas Gerais,com 9,3 bilh\u00f5es de litros, oque corresponde a 27,18% do mercado brasileiro. Em seguida vem o Rio Grande do Sul com 4,6 bilh\u00f5es e Paran\u00e1 com 4,5 bilh\u00f5esde litros. Dados do IBGE revelam, ainda, que o crescimento m\u00e9dio brasileiro, em 10 anos, foi de 4,1%. O consumo de l\u00e1cteos per capita cresceu 3,3% neste mesmo per\u00edodo e, em 2015, fechou em 170 litros per capita, conforme aScot Consultoria.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos, o Brasil faturou US$ 319 milh\u00f5es, em 2015. O maior comprador foi a Venezuela (US$ 238 milh\u00f5es). Segundo o Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio Exterior e Servi\u00e7os(MDIC) o principal produto embarcado foi o leite em p\u00f3, respons\u00e1vel por US$ 234 milh\u00f5es da receita.<\/p>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es brasileiras aumentaram com a abertura de novos mercados, como a China e R\u00fassia,que s\u00e3o os maiores consumidores de produtos l\u00e1cteos do mundo. Para suprir a demanda interna por l\u00e1cteos, a R\u00fassia fechou acordo com26 estabelecimentos brasileiros para importar leite em p\u00f3, queijos e manteiga. Esse acordo rendeu ao Brasil um faturamento de US$ 2,5 milh\u00f5es,no ano passado.<\/p>\n<p><strong>Rebanho ordenhado \u2013<\/strong> De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o Brasil ocupou, em 2014, a segunda posi\u00e7\u00e3o mundial quanto ao efetivo de vacas ordenhadas, ficando atr\u00e1s apenas da \u00cdndia, que possui o maior rebanho de bovinos do mundo. Minas Gerais, Goi\u00e1s e Bahia apresentaram os maiores rebanhos, com 25,2%, 11,5% e 9,0% do total de vacas ordenhadas, respectivamente.<\/p>\n<p><strong>Veja abaixo entrevistas com produtores brasileiros.<\/strong><\/p>\n<p><strong>GOI\u00c1S<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_4528\" aria-describedby=\"caption-attachment-4528\" style=\"width: 476px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/pecnordestefaec.org.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/goias.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-4528\" alt=\"Sebasti\u00e3o Werlene sua fam\u00edlia\" src=\"http:\/\/pecnordestefaec.org.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/goias.png\" width=\"476\" height=\"357\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-4528\" class=\"wp-caption-text\">Sebasti\u00e3o Werlen e sua fam\u00edlia<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em mar\u00e7o de 2015, o produtor Sebasti\u00e3o Werlen, 42 anos, tirava de 15 animais, 35 litros de leite por dia e em novembro a produ\u00e7\u00e3o dobrou. O segredo segundo ele, est\u00e1 no Programa Goi\u00e1s Mais Leite, do Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem Rural em Goi\u00e1s (SENAR\/GO), implantado em sua propriedade de 8 hectares, localizada no munic\u00edpio de Ouvidor, a 294 quil\u00f4metros de Goi\u00e2nia. Com o mapeamento e o manejo adequado do solo, os animais, que antes n\u00e3o passavam de 35 litros leites por dia, hoje superam 70 litros. \u201cMesmo com um espa\u00e7o pequeno,mas com o recurso de t\u00e9cnicas de corre\u00e7\u00e3o no solo, aduba\u00e7\u00e3o, gest\u00e3o e manejo de pastagem, conseguimos intensificar a produ\u00e7\u00e3o\u201d, destacou Sebasti\u00e3o Werlen. Outro fator fundamental s\u00e3o as adequa\u00e7\u00f5es da propriedade respeitando as \u00e1reas ambientais. \u201cPor meio do Programa, a gente consegue produzir mais, com qualidade e respeitando o meio ambiente\u201d.<\/p>\n<p>Atualmente, o produtor tem 12 vacas da ra\u00e7agirolando em lacta\u00e7\u00e3o e pretende chegar a 20 animais, com produ\u00e7\u00e3o de 300 litros de leite por dia. O que antes era apenas um sonho, agora tem toda a sustenta\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para se tornar realidade. Ele sabe que precisa ter o maior n\u00famero poss\u00edvel de animais em produ\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s \u201cvacas secas\u201d e para isso investe no b\u00e1sico: alimenta\u00e7\u00e3o de qualidade \u2013 silagem, cana e capim e um bezerro por vaca a cada 12 meses.<\/p>\n<p>A qualidade do aleitamento das bezerras \u00e9 outro aspecto fundamental do manejo reprodutivo. Para garantir a nutri\u00e7\u00e3o adequada, o aleitamento \u00e9 artificial, iniciado logo ap\u00f3s as bezerras mamarem o colostro na m\u00e3e. \u201cIsso melhorou muito o crescimento\u201d, disse. Sebasti\u00e3o Werlen afirma que as f\u00eameas jovens, com nutri\u00e7\u00e3o adequada, passaram a ter a primeira cria entre 24 e 26 meses. \u201cAntes de receber a assist\u00eancia t\u00e9cnica do Programa Goi\u00e1s Mais Leite, os primeiros partos aconteciam de 36 a 48 meses\u201d, completa.<\/p>\n<p><strong>SANTA CATARINA<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_4529\" aria-describedby=\"caption-attachment-4529\" style=\"width: 452px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/pecnordestefaec.org.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/santa.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-4529\" alt=\"Ant\u00f4nio Maldaner e sua fam\u00edlia \" src=\"http:\/\/pecnordestefaec.org.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/santa.png\" width=\"452\" height=\"302\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-4529\" class=\"wp-caption-text\">Ant\u00f4nio Maldaner e sua fam\u00edlia<\/figcaption><\/figure>\n<p>Ant\u00f4nio Jos\u00e9 Maldanertrabalha com bovinocultura de leite, desde 2004, em Linha Salete, no munic\u00edpio de Pinhalzinho (SC), em sua propriedade, com24 vacas, em sete hectares. Em 2015, a produ\u00e7\u00e3o foi de mais de 128 mil litros de leite. De acordo com Maldaner, a cada ano o investimento na qualidade do leite tem sido maior. \u201cParticipei de treinamentos do SENAR\/SC que me auxiliaram na melhoria do meu produto. Para ter um bom retorno financeiro \u00e9 preciso oferecer um leite de qualidade e \u00e9 nisso que investimos\u201d, ressalta o produtor.<\/p>\n<p><strong>MINAS GERAIS<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_4530\" aria-describedby=\"caption-attachment-4530\" style=\"width: 492px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/pecnordestefaec.org.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/minas.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-4530\" alt=\"Produtor Samuel Fernandes\" src=\"http:\/\/pecnordestefaec.org.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/minas.png\" width=\"492\" height=\"370\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-4530\" class=\"wp-caption-text\">Produtor Samuel Fernandes<\/figcaption><\/figure>\n<p>H\u00e1 tr\u00eas anos, o pecuarista Samuel Fernandes Rino, de Divin\u00e9sia, zona da Mata Mineira, ingressou no Programa Balde Cheio, da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Estado de Minas Gerais (FAEMG). Desde ent\u00e3o \u00e9 assistido pela agr\u00f4noma Karla Maria Valente. \u201cConsidero fundamental para a sustentabilidade de minha propriedade ter o acompanhamento de um extensionista. Juntos, em pouco tempo, reduzimos os custos de produ\u00e7\u00e3o, melhoramos a qualidade do rebanho e das pastagens e aumentamos os ganhos. Aprendi a n\u00e3o investir em animais que n\u00e3o d\u00e3o alto retorno. Descarto vacas doentes ou com baixa produtividade e fertilidade e fa\u00e7o a triagem da recria. Intensificamos o uso da \u00e1rea destinada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de leite, liberando hectares para outras atividades. Outro aprendizado foi o controle de gastos e receita. A cobran\u00e7a da Karla para que eu anote tudo me ajudou a corrigir as falhas e manter um fluxo de caixa sempre positivo\u201d, afirma o produtor.<\/p>\n<p><strong>RIO GRANDE DO SUL<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/pecnordestefaec.org.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riogrande.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4531\" alt=\"riogrande\" src=\"http:\/\/pecnordestefaec.org.br\/2016\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riogrande.png\" width=\"482\" height=\"322\" \/><\/a><\/p>\n<p>O Programa Leitec, criado pelo SENAR\/RS, em 2014, foi a primeira iniciativa de assist\u00eancia t\u00e9cnica para produ\u00e7\u00e3o leiteira da institui\u00e7\u00e3o no Rio Grande do Sul. Desde a sua implanta\u00e7\u00e3o, j\u00e1 foram beneficiados em torno de 500 produtores, em cerca de 40 munic\u00edpios ga\u00fachos. S\u00e3o\u00a042 turmas em andamento, em 41 cidades, contemplando outros 500 produtores. Estruturado para capacitar os produtores de leite em conhecimentos gerenciais e t\u00e9cnicos na produ\u00e7\u00e3o, o programa aborda aspectos de gest\u00e3o, manejo, solos, gen\u00e9tica, sanidade e nutri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de orientar melhorias em pr\u00e1ticas e manejo por meio dos cursos, os instrutorestamb\u00e9m acompanham as rotinas das propriedades inscritas no programa. Com isso busca-se proporcionar um salto de qualidade na produ\u00e7\u00e3o. Foi esse acompanhamento que j\u00e1 possibilitou ao produtor Paulo Leite, de Rio Grande, uma descoberta muito importante. Ele come\u00e7ou o programa em mar\u00e7o deste ano e na primeira visita \u00e0 propriedade, a instrutora t\u00e9cnica identificou o problema que provocava a morte de animais. \u201cEu colocava blocos de sal na \u00e1rea de pr\u00e9-parto e isso causava a descalcifica\u00e7\u00e3o das vacas nessa fase\u201d, relata. \u201cFoi s\u00f3 fazer uma mudan\u00e7a m\u00ednima para resolver o problema\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p>Com uma produ\u00e7\u00e3o de 8 mil litros de leite\/m\u00eas, Paulo diz que procurou o SENAR\/RS para tornar sua propriedade mais produtiva e considera que o programa \u201c\u00e9 muito favor\u00e1vel ao produtor\u201d. Jorge Hister, de General C\u00e2mara, compartilha dessa opini\u00e3o: \u201cComecei h\u00e1 pouco tempo com o leite, mas j\u00e1 aprendi muito gra\u00e7as aos t\u00e9cnicos\u201d. Sua produ\u00e7\u00e3o \u00e9 de 250 a 300 litros\/dia. Jorge tamb\u00e9m planta fumo em sua propriedade, mas pretende, aos poucos, diminuir a \u00e1rea de cultivo por causa da m\u00e3o de obra onerosa. Dessa forma, ir\u00e1 ampliar a produ\u00e7\u00e3o leiteira \u201cpara tocar com a fam\u00edlia\u201d. O produtor destaca que o aprendizado sobre manejo de pastagens foi fundamental para a sua atividade. Jorge tem 51 cabe\u00e7as de gado e quer chegar a 100 ainda neste ano.<\/p>\n<p>O Leitec tamb\u00e9m permitiu \u00e0 Mara Mattesdesse um salto na produ\u00e7\u00e3o em sua pequena propriedade em Porongos, interior do munic\u00edpio de Estrela. \u201cEstou muito feliz por ter participado. No in\u00edcio pensava que n\u00e3o era para mim, pois me sentia como um gr\u00e3ozinho de areia perto dos grandes\u201d, contou. \u201cAntes eu tirava leite com balde, agora tenho at\u00e9 sala de ordenha\u201d, comentou orgulhosa. Ela come\u00e7ou a produ\u00e7\u00e3o h\u00e1 tr\u00eas anos com apenas duas vacas e agora j\u00e1 s\u00e3o cinco em lacta\u00e7\u00e3o, garantindo a m\u00e9dia de 180 litros a cada dois dias. Animada com os resultados, Mara revelou que at\u00e9 a filha est\u00e1 com vontade de participar do programa para poder ajudar melhor a fam\u00edlia.<\/p>\n<p><em>Com participa\u00e7\u00e3o das Federa\u00e7\u00f5es dos Estados de Goi\u00e1s, Santa Catarina, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.<\/em><\/p>\n<p><em>Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o CNA<\/em><\/p>\n<p><em>Telefone: (61) 2109 1419<\/em><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.canaldoprodutor.com.br\"><em>www.canaldoprodutor.com.br<\/em><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/twitter.com\/canaldoprodutor\"><em>https:\/\/twitter.com\/canaldoprodutor<\/em><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/canaldoprodutor\"><em>https:\/\/www.facebook.com\/canaldoprodutor<\/em><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hoje \u00e9 o Dia Mundial do Leite e a CNA parabeniza a todos que contribuem para o aumento da oferta do produto no Brasil Bras\u00edlia (01\/06\/2016) \u2013Rico em prote\u00edna e carboidrato, o leite \u00e9 considerado o principal alimento fonte de c\u00e1lcio para a nutri\u00e7\u00e3o humana. 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