{"id":2004,"date":"2015-02-04T14:33:58","date_gmt":"2015-02-04T14:33:58","guid":{"rendered":"http:\/\/faec.org.br\/novo\/?p=2004"},"modified":"2015-02-04T14:33:58","modified_gmt":"2015-02-04T14:33:58","slug":"tilapicultura-na-luta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/faec.org.br\/faec\/tilapicultura-na-luta\/","title":{"rendered":"Tilapicultura na luta"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><em>por Rog\u00e9rio Morais<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/faec.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/artigos_370_8af900cff415c4a5b85ae78f6f33bea8.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-2005\" alt=\"artigos_370_8af900cff415c4a5b85ae78f6f33bea8\" src=\"http:\/\/faec.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/artigos_370_8af900cff415c4a5b85ae78f6f33bea8-300x239.jpg\" width=\"300\" height=\"239\" \/><\/a>A tilapicultura no Brasil vem crescendo entre 17 a 20% ao ano, mercado que criou consist\u00eancia nos \u00faltimos dez anos. A opini\u00e3o \u00e9 do empres\u00e1rio paulista Eduardo Marchesi de Amorim, 45, presidente do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o da Til\u00e1piaBR (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Produtores e Processadores de Til\u00e1pia), entidade rec\u00e9m- criada a partir da fus\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Produtores de Til\u00e1pia com a Associa\u00e7\u00e3o dos Frigor\u00edficos e Processadores de Til\u00e1pia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com sede em S\u00e3o Paulo, a Til\u00e1piaBR representa 30% da produ\u00e7\u00e3o nacional dessa que \u00e9 a maior esp\u00e9cie no Brasil, tanto em consumo de ra\u00e7\u00e3o como de peixes produzidos. O Cear\u00e1, por exemplo, \u00e9 o terceiro maior produtor nacional, abaixo de S\u00e3o Paulo e Paran\u00e1, e se faz representar pela Associa\u00e7\u00e3o dos Criadores de Til\u00e1pia do Estado, tendo \u00e0 frente o empres\u00e1rio Camilo Di\u00f3genes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conforme Marchesi, a entidade est\u00e1 focada para defender n\u00e3o s\u00f3 os criadores e processadores de til\u00e1pia, mas tamb\u00e9m toda a piscicultura nacional, cujos interesses s\u00e3o os mesmos, como \u201ctributa\u00e7\u00e3o, licen\u00e7a ambiental e redu\u00e7\u00e3o de custos dos produtores\u201d, destaca. Um dos maiores gargalos, segundo ele, \u00e9 a licen\u00e7a ambiental, que no Brasil enfrenta uma \u201cburocracia muito complicada. Gasta-se muito dinheiro para liberar uma licen\u00e7a ou renova\u00e7\u00e3o. E isso deixa o produtor inseguro sobre a decis\u00e3o de investir mais\u201d, denuncia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mercado atual\u00a0<\/strong><br \/>\nEm entrevista ao AgroValor, Marchesi informou que a produ\u00e7\u00e3o de peixe no Brasil \u201cainda \u00e9 muito pequena, se comparada ao potencial do pa\u00eds\u201d. S\u00e3o produzidas somente 700 mil toneladas, incluindo a\u00ed o camar\u00e3o, enquanto que a China produz mais de 30 milh\u00f5es de toneladas. \u201cE n\u00f3s temos mais e melhores \u00e1guas, com clima mais favor\u00e1vel\u201d, ressalta, para mostrar que estamos perdendo neg\u00f3cios com demandas vantajosas no mercado internacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A outra grande quest\u00e3o, segundo ele, \u00e9 a tributa\u00e7\u00e3o nos insumos, na ra\u00e7\u00e3o, principalmente, e isso \u201cacaba aumentando o pre\u00e7o para o consumidor\u201d. Segundo o dirigente da entidade, uma das poucas cadeias de prote\u00edna animal que ainda n\u00e3o foi desonerada foi a da piscicultura, \u201cmesmo tratando-se de um alimento b\u00e1sico para a popula\u00e7\u00e3o\u201d, destaca. O esfor\u00e7o da entidade \u00e9 vencer os obst\u00e1culos e buscar tamb\u00e9m o mercado externo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O empres\u00e1rio lembra que \u201co peixe \u00e9 a prote\u00edna mais consumida no mundo, no entanto, no Brasil ela \u00e9 a quarta\u201d, perdendo para a carne de frango, bovina e su\u00edna. Mostrando os n\u00fameros do setor, ele revela que nos dez \u00faltimos anos, a carne de peixe consumida no Brasil saiu de 6 quilos por habitante\/ano para 10 quilos. \u201cNos pr\u00f3ximos quinze anos, deveremos chegar a 15 ou 17 quilos de carne\/ano, por habitante. \u201cMas \u00e9 preciso ter produ\u00e7\u00e3o constante e com qualidade e escala\u201d, para manter o mercado crescente, avalia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Paran\u00e1 produz 70 mil toneladas e S\u00e3o Paulo 50 mil, enquanto o Cear\u00e1 garante 35 mil. Marchesi faz quest\u00e3o de reafirmar o maior problema do setor: \u201cMuitos piscicultores n\u00e3o t\u00eam licen\u00e7a porque n\u00e3o t\u00eam prazo de libera\u00e7\u00e3o e existem muitas indecis\u00f5es dos \u00f3rg\u00e3os respons\u00e1veis\u201d, conclui o dirigente da Til\u00e1piaBR.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>N\u00daMEROS DA TILAPICULTURA NO BRASIL<\/strong><br \/>\n* Crescimento entre 17 a 20 % \/ano;<br \/>\n* Produ\u00e7\u00e3o de 700 mil toneladas (incluindo camar\u00e3o); enquanto China produz mais de 30 milh\u00f5es de toneladas;<br \/>\n* Nos \u00faltimos 10 anos, consumo de peixe saiu de 6 kg por habitante\/ano, para 10 kg;<br \/>\n* Meta \u00e9 chegar a 15 ou 17 kg\/ano em 15 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte:<a href=\"http:\/\/www.agrovalor.com.br\/\">http:\/\/www.agrovalor.com.br\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>por Rog\u00e9rio Morais A tilapicultura no Brasil vem crescendo entre 17 a 20% ao ano, mercado que criou consist\u00eancia nos \u00faltimos dez anos. 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