{"id":5085,"date":"2018-06-15T17:21:52","date_gmt":"2018-06-15T17:21:52","guid":{"rendered":"http:\/\/faec.org.br\/novo\/?p=5085"},"modified":"2018-06-15T17:21:52","modified_gmt":"2018-06-15T17:21:52","slug":"i-seminario-da-cajucultura-do-nordeste-faec-apresenta-diagnostico-da-cadeia-produtiva-do-caju-no-ceara","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/faec.org.br\/sistema\/i-seminario-da-cajucultura-do-nordeste-faec-apresenta-diagnostico-da-cadeia-produtiva-do-caju-no-ceara\/","title":{"rendered":"I\u00a0SEMIN\u00c1RIO DA CAJUCULTURA DO NORDESTE:\u00a0FAEC APRESENTA DIAGN\u00d3STICO DA CADEIA PRODUTIVA DO CAJU NO CEAR\u00c1"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-weight: 400\"><a href=\"http:\/\/faec.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/WhatsApp-Image-2018-06-15-at-13.49.37.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-5086\" src=\"http:\/\/faec.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/WhatsApp-Image-2018-06-15-at-13.49.37-300x225.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/a>O\u00a0\u00a0Presidente da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Estado do Cear\u00e1, Flavio Saboya, um dos\u00a0\u00a0apoiadores do I Semin\u00e1rio da Cajucultura do Nordeste\u00a0\u00a0apresentou durante a abertura do evento, ocorrido\u00a0\u00a0dia 14, no audit\u00f3rio da FIEC,\u00a0\u00a0um\u00a0\u00a0diagn\u00f3stico da cadeia produtiva do caju no Cear\u00e1 . Segundo Saboya, h\u00e1 v\u00e1rios anos, a FAEC vem sendo demandada\u00a0\u00a0\u00a0pelo setor produtivo da cajucultura por a\u00e7\u00f5es que visem a sua revitaliza\u00e7\u00e3o. Ele lembrou que\u00a0\u00a0em agosto de 2017 promoveu um grande encontro com produtores, industriais e a Embrapa Agroind\u00fastria Tropical , para discutir o tema durante uma reuni\u00e3o do\u00a0Pacto de Coopera\u00e7\u00e3o da Agropecu\u00e1ria Cearense-AGROPACTO.\u00a0\u00a0Desde o inicio deste ano, a FAEC mobilizou os setores produtivo e industrial para apresentar novas sugest\u00f5es que est\u00e3o sedo discutidas neste Semin\u00e1rio, com a presen\u00e7a de representantes dos Estados do Nordeste produtores de caju.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Conforme disse o Presidente da FAEC, o \u00a0Brasil j\u00e1 produziu cerca de 300 mil toneladas da castanha e hoje\u00a0produz\u00a0\u00a0menos de 100 mil toneladas. J\u00e1 fomos o 2\u00ba maior produtor mundial e hoje somos o 7\u00ba participando com apenas 3% da produ\u00e7\u00e3o;\u00a0A baixa produtividade das lavouras tem preocupado o setor.\u00a0Enquanto a produtividade m\u00e9dia brasileira \u00e9 menor de 200kg\/hectare, a m\u00e9dia mundial \u00e9 de 1.200kg\/hectare;\u00a0Esses e outros fatores t\u00eam reduzido o n\u00famero de ind\u00fastrias\u00a0ligadas \u00e0 cajucultura.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Segundo\u00a0Saboya, no passado eram 20 grandes ind\u00fastrias, hoje se resumem a cinco, em fun\u00e7\u00e3o da pequena oferta de castanha, no decorrer desses \u00faltimos anos, levando \u00e0 importa\u00e7\u00e3o de outros pa\u00edses. Destacou tamb\u00e9m, a \u00e1rea plantada com caju, s\u00f3 no Cear\u00e1, estimada no\u00a0\u00a0passado em 150 mil hectares, hoje tem baix\u00edssima produtividade por envelhecimento dos plantios e a falta de renova\u00e7\u00e3o dos pomares. A cajucultura nacional merece apoio e reconhecimento do governo brasileiro, devido a sua enorme import\u00e2ncia socioecon\u00f4mica, sobretudo nos estados do\u00a0\u00a0Nordeste, onde est\u00e1 concentrada a maior \u00e1rea de cultivo do cajueiro.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Para o Presidente da Federa\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0essa situa\u00e7\u00e3o tem que mudar. O potencial da cajucultura no Nordeste \u00e9 enorme, pois as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas s\u00e3o apropriadas \u00e0 cultura e a aplica\u00e7\u00e3o das tecnologias disponibilizadas pela Embrapa permitir\u00e1 uma acentuada eleva\u00e7\u00e3o da produtividade nordestina.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>ESFOR\u00c7O CONJUNTO \u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Diante deste cen\u00e1rio de decl\u00ednio da cajucultura\u00a0\u00a0Flavio Saboya\u00a0\u00a0disse que surgiu\u00a0\u00a0\u00a0a necessidade de um esfor\u00e7o conjunto dos estados nordestinos, no sentido de mudar o atual quadro. Al\u00e9m disso, a Comiss\u00e3o de Pol\u00edtica Agr\u00edcola e a Comiss\u00e3o de Desenvolvimento da Regi\u00e3o Nordeste da CNA t\u00eam atuado fortemente para aperfei\u00e7oar os instrumentos de gest\u00e3o de risco e de cr\u00e9dito agr\u00edcola, de forma que atendas \u00e0s necessidades dos produtores rurais.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">\u00c9 importante que estejamos unidos, tanto as institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas quanto privadas, para discutir alternativas ao desenvolvimento da cajucultura e para a competitividade dessa atividade. Por outro lado, \u00e9 tamb\u00e9m, extremamente louv\u00e1vel e oportuna, a iniciativa da Comiss\u00e3o de Agricultura, Pecu\u00e1ria, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, da C\u00e2mara Federal, de autoria do Deputado Raimundo Gomes de Matos, em promover este Semin\u00e1rio com o fim espec\u00edfico de debater e construir propostas voltadas \u00e0 revitaliza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o nacional do caju. Chegando, assim, em boa hora, com uma programa\u00e7\u00e3o bem consistente para a sua finalidade.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Acreditamos que esse Semin\u00e1rio ser\u00e1 um divisor de \u00e1guas para essa cadeia produtiva. As propostas resultantes dos debates, certamente, permitir\u00e3o que o setor lute por pol\u00edticas p\u00fablicas e busquem atuar em iniciativas que possam reerguer a cajucultura do Brasil.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">O Sistema CNA\/SENAR\/ICNA, as Federa\u00e7\u00f5es de Agricultura e Pecu\u00e1ria do Nordeste do Nordeste e a Comiss\u00e3o de Desenvolvimento da Regi\u00e3o Nordeste da CNA est\u00e3o \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para contribuir com este debate e com os encaminhamentos \u00e0 Comiss\u00e3o de Agricultura, Pecu\u00e1ria, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, da C\u00e2mara Federal.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>\u00a0EMBRAPA NO DEBATE NO AGROPACTO \u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Apesar da regress\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o e produtividade o\u00a0 caju \u00e9 um grande neg\u00f3cio, desde que sejam estabelecidas com pol\u00edticas focadas na cadeia como um todo para incorpora\u00e7\u00e3o do diferencial tecnol\u00f3gico brasileiro, integra\u00e7\u00e3o\u00a0 de produ\u00e7\u00e3o e processamento e aproveitamento integral do caju. Esta foi a conclus\u00e3o da apresenta\u00e7\u00e3o feita no dia 22 de agosto de 2017, na reuni\u00e3o do Pacto de Coopera\u00e7\u00e3o da Agropecu\u00e1ria Cearense -Agropacto, pelo chefe adjunto da Embrapa Agroind\u00fastria Tropical,\u00a0 Gustavo Adolfo Pinto.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Em sua palestra, Gustavo Pinto da EMBRAPA Agroind\u00fastria Tropical, com sede em Fortaleza,\u00a0 lan\u00e7ou\u00a0 os maiores\u00a0 desafios dentro do cen\u00e1rio da cajucultura no Cear\u00e1, entre eles citou:\u00a0 a amplia\u00e7\u00e3o\u00a0 da base t\u00e9cnico-cient\u00edfica, incorpora\u00e7\u00e3o de tecnologias desenvolvidas para o campo, substitui\u00e7\u00e3o extensiva do cajueiro comum gigante pelo cajueiro an\u00e3o, capacita\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, integra\u00e7\u00e3o\u00a0 do setor de produ\u00e7\u00e3o as diferentes ind\u00fastrias e\u00a0 aproveitamento integral do caju ( castanha e ped\u00fanculo).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Temos um novo patamar tecnol\u00f3gico,\u00a0 o que precisa \u00e9\u00a0 implantar uma estrutura para fazermos uma cajucultura moderna e competitiva , o homem ter a consci\u00eancia de que precisa aprender\u00a0 mais e mudar , disse o chefe da Embrapa Agroind\u00fastria Tropical, Lucas de Sousa, indicando que\u00a0 \u00e9 preciso no m\u00ednimo,\u00a0 dobrar a produ\u00e7\u00e3o, o primeiro clone de cajueiro foi lan\u00e7ado pela EPACE em 1983, com a tecnologia do cajueiro an\u00e3o precoce, hoje\u00a0 75 % do cajueiro do estado ainda \u00e9 dentro do mato, extrativo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Esse \u00e9 o tamanho do nosso desafio, a mudan\u00e7a de paradigmas\u00a0 do homem tem que ocorrer, cajucultura\u00a0 \u00e9 castanha, \u00e9\u00a0 ped\u00fanculos, \u00e9 suco, \u00e9 qualidade, visando a competitividade da cadeia produtiva, ressaltou.\u00a0 Na vis\u00e3o da Embrapa Agroind\u00fastria Tropical\u00a0 para 2037, a\u00a0 pol\u00edtica do\u00a0 caju para funcionar precisa ser discutida como cadeia produtiva, temos que aumentar a produtividade , aplicar a\u00a0\u00a0 tecnologia desenvolvida pela Embrapa, \u00e9 poss\u00edvel\u00a0 hoje produzir\u00a0 mil quilos em sequeiro e tr\u00eas mil quilos em \u00e1reas irrigadas. Produzir aproximadamente 500.000 toneladas de castanha, aumentar o rendimento do caju\/castanha para 28%, participar 5% no\u00a0 mercado mundial de am\u00eandoas, produzir suco clarificado, desaromatizadas, concentrado de caju,\u00a0 hamb\u00farguer de caju. Al\u00e9m\u00a0disso o caju\u00a0 poder ser utilizado como potente\u00a0 oxidante.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>\u00a0A POSI\u00c7\u00c3O\u00a0\u00a0DA\u00a0<\/strong><strong>IND\u00daSTRIA<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Segundo Aldelito Oliveira, representante do Sindicato\u00a0\u00a0 das ind\u00fastrias de castanha de caju do Cear\u00e1, hoje funcionam no Estado quatro(4) empresas e cinco(5)\u00a0 ind\u00fastrias:\u00a0 Cione, Usibras,Resibras e Am\u00eandoas do Brasil &#8211;\u00a0 com capacidade de produ\u00e7\u00e3o de 120 t0n \/ano,\u00a0\u00a0 produzindo\u00a0\u00a0em torno de 70 mil ton, sendo que 50% \u00e9 importado da \u00c1frica.\u00a0Na opini\u00e3o do representante da ind\u00fastria do Cear\u00e1, Adeliro Nogueira temos hoje pomares consolidados em torno de 400 mil hectares e no Brasil 700 mil hectares, sendo a maior \u00e1rea plantada do mundo,\u00a0 embora n\u00e3o sejamos os maiores produtores\u00a0 temos tecnologia gerada pela Embrapa, o que est\u00e1 faltando \u00e9\u00a0 investimento p\u00fablico e privado. Segundo ele, as\u00a0 ind\u00fastrias que est\u00e3o sobrevivendo hoje \u00e9 com a produ\u00e7\u00e3o\u00a0 outros pa\u00edses, considerando que \u00e9 poss\u00edvel reverter essa situa\u00e7\u00e3o sendo\u00a0 importante a forma\u00e7\u00e3o da Frente Parlamentar\u00a0\u00a0 do Nordeste,\u00a0 a ind\u00fastria dar\u00e1\u00a0 apoio, ressaltou .<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>FRENTE PARLAMENTAR<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">Estiveram presentes no Agropacto Caravanas de\u00a0 Produtores, Beberibe, Ocara, Horizonte,Tejussuoca, Morada Nova, Morrinhos, Aracati,\u00a0 Paracuru, Marco, secret\u00e1rios de agricultura de v\u00e1rios munic\u00edpios,\u00a0 presidentes de sindicatos\u00a0 dos produtores rurais de Moriinhos, Ibaretama, Horizonte, Morada Nova, Vi\u00e7osa do Cear\u00e1\u00a0 e\u00a0 Caucaia, representantes da SDA , BNB, BB, SEBRAE, ADECE,EMATERCE CONAB, participaram da reuni\u00e3o promovida pela Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Estado do Cear\u00e1,-FAEC,\u00a0 com a participa\u00e7\u00e3o dos deputados federais Raimundo Gomes de Matos\u00a0 e do estadual, Manoel Duca da Silveira.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">O deputado Raimundio Gomes de Matos presente ao Agropacto daquele dia\u00a0\u00a0sugeriu a\u00a0 forma\u00e7\u00e3o dentro da Frente Parlamentar da Agricultura\u00a0na C\u00e2mara Federal\u00a0\u00a0\u00a0de uma Subcomiss\u00e3o permanente da agricultura sustent\u00e1vel, com nove deputados, el Segundo o parlamentar , esses dois instrumentos s\u00e3o necess\u00e1rios, para formatar\u00a0 a pol\u00edtica nacional do segmento da cajucultura.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\">J\u00e1 o deputado estadual\u00a0 Manoel\u00a0 Duca da\u00a0 Silveira, disse que j\u00e1 existe a subcomissao do caju na Assembleia Legislativa do Estado , mas que precisa de apoio t\u00e9cnico para desenvolver os trabalhos, inclusive fazer semin\u00e1rios em regi\u00f5es do estado, estamos apostos para ajudar no que for preciso , disse ele.No Baixo\u00a0 Acara\u00fa, ele disse que este ano h\u00e1 uma perspectiva de boa produ\u00e7\u00e3o de caju ,pois ocorreram algumas chuvas nos pomares, inclusive\u00a0 algumas fabriquetas de suco de caju que\u00a0 poder\u00e3o ser ampliadas. Lamentou que Bela Cruz que tem uma ind\u00fastria de caju , ficou de fora da \u00e1rea do semi\u00e1rido, informando que o Cear\u00e1 j\u00e1 teve\u00a0 mais de 20 ind\u00fastrias\u00a0 e hoje apenas cinco\u00a0 funcionam.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400\"><strong>Contatos Flavio Saboya. -9921390613<\/strong><\/p>\n<p><strong>Assessoria de Imprensa\u00a0<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O\u00a0\u00a0Presidente da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Estado do Cear\u00e1, Flavio Saboya, um dos\u00a0\u00a0apoiadores do I Semin\u00e1rio da Cajucultura do Nordeste\u00a0\u00a0apresentou durante a abertura do evento, ocorrido\u00a0\u00a0dia 14, no audit\u00f3rio da FIEC,\u00a0\u00a0um\u00a0\u00a0diagn\u00f3stico da cadeia produtiva do caju no Cear\u00e1 . 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