{"id":4173,"date":"2017-08-17T11:49:22","date_gmt":"2017-08-17T11:49:22","guid":{"rendered":"http:\/\/faec.org.br\/novo\/?p=4173"},"modified":"2017-08-17T11:49:22","modified_gmt":"2017-08-17T11:49:22","slug":"camara-setorial-da-equinocultura-e-lancada-no-governo-do-ceara","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/faec.org.br\/sistema\/camara-setorial-da-equinocultura-e-lancada-no-governo-do-ceara\/","title":{"rendered":"C\u00e2mara Setorial da Equinocultura \u00e9 lan\u00e7ada no Governo do Cear\u00e1"},"content":{"rendered":"<table class=\" alignleft\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\">O crescimento da cadeia produtiva envolvida no setor da equinocultura cearense acaba de ganhar mais um reconhecimento do Governo do Cear\u00e1. Na manh\u00e3 desta quarta-feira (16), a Ag\u00eancia de Desenvolvimento do Estado do Cear\u00e1 (Adece) lan\u00e7ou a C\u00e2mara Setorial da Equinocultura do Cear\u00e1 (CS Equinos). O \u00f3rg\u00e3o colegiado ter\u00e1 o objetivo de propor, apoiar e acompanhar projetos e a\u00e7\u00f5es tendo em vista o desenvolvimento sustent\u00e1vel do setor em territ\u00f3rio cearense.<br \/>\nConforme a presidente da Adece, Nicolle Barbosa, a ideia se deu ap\u00f3s a procura de entidades do setor com o intuito de ordenar a cadeia produtiva. &#8220;O setor \u00e9 de extrema import\u00e2ncia para a economia cearense, tendo em vista que o Brasil \u00e9 o quarto maior rebanho de equinos do mundo e o Cear\u00e1 o quarto do Nordeste, com cerca de 143.000 animais. Com muito orgulho, somos refer\u00eancia em diversos segmentos do setor, dentre eles, o esportivo. \u00c9 uma cadeia produtiva que pulsa e cresce a passos largos, gerando emprego e renda em nosso Estado. Para se ter uma ideia, s\u00f3 no manejo direto, a cada tr\u00eas cavalos, \u00e9 gerada uma oportunidade de trabalho&#8221;, comenta.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" alt=\"170816_ADECE_MVS5025_1.jpg\" src=\"http:\/\/www.ceara.gov.br\/images\/170816_ADECE_MVS5025_1.jpg\" width=\"394\" height=\"194\" \/><br \/>\nO f\u00f3rum de discuss\u00e3o \u00e9 o 27\u00ba instaurado pela Adece, que tem atualmente 23 c\u00e2maras setoriais em funcionamento, outras duas tem\u00e1ticas, al\u00e9m do F\u00f3rum Jovem Empres\u00e1rio Cear\u00e1. Somente no \u00e2mbito da diretoria de Agroneg\u00f3cios, a de equinocultura ser\u00e1 a 11\u00aa c\u00e2mara.<br \/>\n&#8220;O setor estava desarticulado. Agora, conseguimos reunir 28 institui\u00e7\u00f5es que v\u00e3o discutir mensalmente as demandas do segmento. A equinocultura gera emprego, renda e desenvolve a economia no Estado do Cear\u00e1, tendo em vista sua import\u00e2ncia para cria\u00e7\u00e3o de cavalos, esportes, medicina veterin\u00e1ria e produ\u00e7\u00e3o industrial de ra\u00e7\u00f5es. O Estado do Cear\u00e1 s\u00f3 tem a ganhar com a cria\u00e7\u00e3o dessa c\u00e2mara&#8221;, avalia o diretor de Agroneg\u00f3cio da Adece, S\u00edlvio Carlos Ribeiro.<br \/>\nPara dar in\u00edcio aos trabalhos da CS Equinos, membros presentes na primeira reuni\u00e3o elegeram um presidente, primeiro e segundo secret\u00e1rios. Foi escolhido como presidente o representante do N\u00facleo Cearense do Cavalo de Trabalho (NCCT), Rodrigo de Freitas. J\u00e1 para primeiro e segundo secret\u00e1rios foram eleitos, respectivamente, Alexandre Dourado, da Associa\u00e7\u00e3o dos Criadores de Cavalo Quarto de Milha do Cear\u00e1 (ACEQM), e Renan Monteiro, do Jockey Club Cearense.<\/p>\n<p>&#8220;A c\u00e2mara nada mais \u00e9 que do que o elo entre o setor privado com o poder p\u00fablico para enxergar o segmento como um neg\u00f3cio e n\u00e3o apenas como lazer. O cavalo \u00e9 cultura, temos os nossos vaqueiros no Nordeste. No Brasil, o setor gera mais emprego que o ramo automobil\u00edstico. Vamos organizar o setor, gerar mais emprego, qualificar mais m\u00e3o de obra para que, no final, seja proveitoso a todos. Inicialmente vamos olhar para o problema de sanidade animal e a regulamenta\u00e7\u00e3o de eventos&#8221;, declara Rodrigo.<\/p>\n<p><strong>Cadeia produtiva<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com as entidades cearenses representantes do setor, o crescimento da equinocultura est\u00e1 relacionado ao esporte, lazer e turfe, sediando alguns dos principais eventos e atraindo participantes do Brasil e ainda do exterior. Os eventos fomentam a economia local movimentando os setores de com\u00e9rcio e servi\u00e7os.<br \/>\nA cadeia produtiva \u00e9 respons\u00e1vel por movimentar a produ\u00e7\u00e3o de ra\u00e7\u00e3o, feno, capacita\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra e transporte, gerando emprego e renda principalmente na Zona Rural.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>16.08.2017<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Foto: Marcos Studart \/ Governo do Cear\u00e1<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O crescimento da cadeia produtiva envolvida no setor da equinocultura cearense acaba de ganhar mais um reconhecimento do Governo do Cear\u00e1. Na manh\u00e3 desta quarta-feira (16), a Ag\u00eancia de Desenvolvimento do Estado do Cear\u00e1 (Adece) lan\u00e7ou a C\u00e2mara Setorial da Equinocultura do Cear\u00e1 (CS Equinos). 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